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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Viagem a Madrid: Dia 5

No último dia desta nossa viagem a Madrid acordámos às 10h, fizemos as malas e dirigimos-nos à recepção do hotel para fazer o check-out e deixar lá as malas de viagem, pois o voo seria só às 18h40. Fomos tomar o pequeno almoço e entrámos na estação de metro Gran Vía, onde seguimos a linha verde até à estação Ventas. Como podem imaginar pelo nome da estação, decidimos ocupar a manhã do nosso último dia em Madrid com uma visita à Plaza de Toros de Las Ventas e ao Museo Taurino.
Convém esclarecer que somos totalmente contra as touradas e qualquer outro tipo de tortura de animais, no entanto decidimos fazer esta visita para tentar compreender um pouco melhor esta tradição e tudo o que ela envolve.

Plaza de Toros de Las Ventas

A Plaza de Toros de Las Ventas foi inaugurada em 1931 e é a maior praça de touros da Europa e a terceira maior do mundo em termos de capacidade, com cerca de 23.798 lugares. A praça apresenta um estilo neo-árabe e é semelhante ao estilo arquitetónico do Campo Pequeno, em Lisboa. É considerada a "Meca da Tourada", sendo a praça mais importante e exigente do mundo, pois desde 1931 ainda só lograram sair pela Porta Grande menos de uma centena de toureiros. Há tourada todos os domingos de Março a Outubro.

Porta Grande da Plaza de Toros de Las Ventas

Comprámos os bilhetes por 8€ cada (preços) e às 11h30 estávamos na Porta Grande para dar início à visita guiada. A Porta Grande é o sítio pelo qual qualquer toureiro que sair aos ombros da afición, tendo para tal conseguir um desempenho extraordinário que lhe permita receber duas orelhas dum touro numa tarde. Depois subimos as escadas e parámos no terraço para algumas explicações do guia sobre a arquitetura da praça. Prosseguimos e fomos ter às bancadas mais elevadas, que permitiram uma excelente vista panorâmica sobre todo o recinto.
Depois era hora de ir para dentro da arena para ter a visão que os toureiros e os touros têm quando estão lá. Não nos puseram a tourear, mas podemos pegar nas capas e nomeadamente a capa amarela e rosa era bem mais pesada do que parecia.
Sem dúvida que estar no centro da arena, no meio daquela areia misturada com sangue, foi o ponto alto desta visita, sendo que ainda vimos a Porta de Toriles (porta de onde entra o touro), Porta de Arrasto (para onde o animal é transportado no fim da tourada), o Passeio, a Porta de Enfermagem, a Porta de Cuadrillas (porta de onde entra o toureiro) e a Loja de recuerdos.

Lista de toureiros que saíram pela Porta Grande aos ombros da afición
Homenagem a Manolete na Porta Grande da Plaza de Toros de Las Ventas
Arena da Plaza de Toros de Las Ventas
Camarote Real na Plaza de Toros de Las Ventas
Camarote Real, visto do meio da arena

A Plaza de Toros de Las Ventas também contempla o Museo Taurino, que apresenta desde 1951 uma vasta coleção de objetos relacionados com o mundo tauromáquico. É interessante a visita a este museu para perceber mais um bocado sobre esta tradição, mas infelizmente não é permitido fotografar no seu interior.
Pudemos confirmar que o falecido toureiro Manolete era um autêntico ídolo e considerado o melhor toureiro de sempre e ficamos surpreendidos por constatar que os toureiros em Espanha tenham o estatuto de celebridades.

Estávamos a ficar com fome, de forma que entrámos na estação de metro Ventas, de onde seguimos até à Gran Vía para ir almoçar ao McDonald's. Terminámos às 14h de almoçar e depois aproveitámos para fazer umas compras e ir uma última vez até à Puerta del Sol e à Plaza Mayor (para ver fotos destes dois sítios veja o dia 2 desta viagem). Às 16h apanhámos o metro até ao aeroporto e despedimo-nos desta maravilhosa cidade.

Até um dia!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Viagem a Madrid: Dia 4

No quarto dia da viagem a Madrid, saímos do hotel por volta das 10h30, tomamos o pequeno almoço no Starbucks e apanhamos o metro na estação Gran Via. O destino desta manhã era conhecer o Estádio Santiago Bernabéu, casa do Real Madrid de Mourinho e Ronaldo. Para chegar ao estádio, entramos na estação de metro Gran Vía, seguimos a linha azul clara e trocamos para a linha azul escura na estação Tribunal até à estação Santiago Bernabéu, em frente ao estádio.
Estádio Santiago Bernabéu foi inaugurado ainda com o nome de Nuevo Estádio Chamartín a 14 de Dezembro de 1947 com um jogo entre o Real Madrid e o Belenenses que ficou 3-1. Actualmente é um estádio elite da UEFA e é o segundo maior estádio em Espanha, apenas atrás do Camp Nou, e tem capacidade para 85.454 espetadores. Em termos de grandes competições, foi palco das finais do Euro '64, Mundial '82 e de quatro Ligas dos Campeões (1957, 1969, 1980 e 2010).

Exterior do Estádio Santiago Bernabéu

Eram 11h30 e dirigimos-nos às bilheteiras para adquirir o Bernabéu Tour, que permitia ver uma panorâmica do estádio nas bancadas mais elevadas; ver o museu com os imensos troféus conquistados, com especial destaque para as nove Ligas dos Campeões; estar junto ao relvado com acesso aos bancos de suplentes e respetiva área técnica; estar na sala de imprensa do lado onde costumam estar o treinador e os jogadores a falar. Geralmente também é permitido estar na bancada presidencial e no vestuário da equipa, mas na altura desta visita estava em obras.
O Bernabéu Tour está disponível de segunda a sábado das 10h às 19h e domingos e feriados das 10h30 às 18h30, sendo que em dias de jogo está disponível até cinco horas antes do início do jogo. O preço desta experiência foi de 16€ (preços).

Panorâmica do Estádio Santiago Bernabéu
Interior do Museu do Real Madrid
Prémio FIFA de melhor clube do século XX
Estádio Santiago Bernabéu ao nível do relvado
Banco de Suplentes e Área Técnica

Quando saímos eram 14h e decidimos percorrer o Paseo de la Castellana em direção à Cuatro Torres Business Area. É verdade que esta zona já não é muito turística, mas também é verdade que não é todos os dias que se vê quatro arranha céus seguidos com mais de 200 metros. Nós fizemos este percurso a pé, sendo que paramos para almoçar no McDonald's à frente da Puerta de Europa, mas recomendo que se faça de metro pois do estádio até às torres apesar de não parecer por ser sempre em linha recta ainda são 3kms!
Torre Caja Madrid com 250 metros é o maior edifício destes quatro e foi finalizado em 2009, sendo que é o maior edifício de Espanha e na altura era também o 3º maior da União Europeia e o 8º de toda a Europa. Posto isto, voltamos para trás até à Plaza de Castilla (onde está a Puerta de Europa) e apanhamos o metro até ao hotel.

Puerta de Europa e Plaza de Castilla
As torres no Paseo de la Castellana
Cuatro Torres Business Center
Cuatro Torres Business Center
A Puerta de Europa, agora do lado contrário

Às 18h voltamos a sair do hotel para, tal como em todos os dias desta viagem, percorrer a Gran Vía, a Puerta del Sol, a Plaza Mayor, etc, ou seja, percorrer as ruas e praças do centro sempre a fervilhar de gente. Voltamos a jantar um kebab no mesmo sítio do dia anterior e mais à noite fomos até a um pub irlandês e depois até a um bar, ambos os espaços ficavam perto da Puerta del Sol. Regressamos ao hotel por volta da 1h para um merecido descanso.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Viagem a Madrid: Dia 3

Como o terceiro dia do nosso city break em Madrid coincidiu com um domingo impunha-se obrigatoriamente uma visita ao Mercado El Rastro de Madrid, que com as suas 3500 tendinhas é o maior flea market (mercado ao ar livre) de Espanha e um dos maiores da Europa. O El Rastro teve origem por volta do ano 1740 e tem lugar todos os domingos e feriados na Calle de la Ribera de Curtidores (e arredores) desde as 09h00 até às 15h00. Assim sendo, saímos por volta das 10h do hotel, apanhamos o metro na estação Gran Via e seguimos na linha verde até à estação Puerta de Toledo. Mal saímos da estação vimos a Puerta de Toledo, que era uma das portas de entrada na Madrid medieval. Depois passados uns metros já víamos as primeiras tendinhas e mares de gente a frequentar o El Rastro. Percorremos o mercado, almoçamos por lá, compramos alguns recuerdos e fizemos o caminho até à estação de metro Puerta de Toledo para irmos para o hotel, pois o calor já se fazia sentir bastante.

Puerta de Toledo
Mercado El Rastro
Da parte da tarde não tínhamos nenhuma visita planeada, ou seja, a tarde estava reservada para andarmos tranquilamente e sem compromisso pela ruas da cidade. Saímos do hotel às 17h00 e fomos tal como na tarde do segundo dia à Plaza Mayor e à Puerta del Sol e depois andamos também por umas ruas menos movimentadas e passado umas duas horas de termos saído do hotel estávamos de novo na Gran Vía, em frente ao imponente edifício da Telefónica.

Edifício Telefónica
Fomos novamente para o hotel e às 21h fomos jantar um kebab numa esplanada perto da Puerta del Sol. Decidimos então ver como ficava a Plaza Mayor e a Puerta del Sol à noite. A Plaza Mayor apresentava muito movimento derivado ainda pelos inúmeros restaurantes presentes naquela praça, enquanto que a Puerta del Sol estava cheia de pessoas-estátua. Com o passar dos dias em Madrid fomos verificando que independentemente da hora, esta é uma cidade que tem sempre gente a andar nas ruas.

Puerta del Sol, à noite
Movimento M15 na Puerta del Sol
Curiosamente, este dia foi o último em que se pode ver o acampamento dos indignados do movimento M15 na Puerta del Sol, já que na manhã do dia seguinte já não havia rasto de nada devido ao facto de a polícia os ter expulsado de lá.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Viagem a Madrid: Dia 2

No segundo dia da viagem a Madrid, saímos do hotel por volta das 10h30, tomamos o pequeno almoço no Starbucks de Callao e dirigimos-nos a pé até ao imponente Palácio Real de Madrid. O Palácio Real de Madrid é a residência oficial do rei de Espanha (apesar de este só o usar para ocasiões de gala) e a sua construção foi terminada em 1892. É um edifício do estilo barroco e com os seus 135.000 m² é o maior palácio da Europa Ocidental. Para entrar estivemos cerca de 15 minutos na fila debaixo de um sol e calor intensos e em vez de 10€ pagamos 5€ cada um, por sermos estudantes (preços). Foi dinheiro bem empregue, pois o palácio tem de facto belas salas e salões com muito requinte. Infelizmente, não era permitido tirar fotografias no seu interior. De salientar que nesta zona estivemos também nos Jardines de Sabatini e na Plaza de Oriente e que vimos, por fora, a Catedral de la Almudena (que em 2004 recebeu o casamento real do príncipe herdeiro Felipe com Letizia Ortiz). Ficamos nesta zona do palácio durante cerca de 2h e quando saímos estava na hora de almoçar.

Esquina Nordeste do Palácio Real de Madrid
Fachada Sul do Palácio Real de Madrid
Catedral de Almudena
Jardines de Sabatini

Depois do almoço, caminhamos no sentido da famosa Puerta del Sol. A Puerta del Sol é uma praça que tem vários pontos de interesse: é nela que se situa o quilometro zero da rede viária de Espanha; é lá que está a Real Casa de Correos, cujo relógio tem a "responsabilidade" de fazer o countdown no réveillon; e é nela que podemos ver a estátua Oso y el Madroño (O Urso e o Medronheiro), escudo e um dos símbolos da capital. Também tivemos a oportunidade de ver o bastante noticiado acampamento dos indignados do movimento 15M no centro desta praça ,movimento que agitou muito a cena política de Espanha em 2011. Como continuava a estar muito calor decidimos ir para o hotel fazer uma siesta.

Puerta del Sol
Puerta del Sol
Oso y el Madroño
A agradável Calle de Preciados é uma rua pedonal que liga a Puerta del Sol a Callao

Às 17h estávamos a chegar a outra praça famosa de Madrid: a Plaza Mayor. A Plaza Mayor fica quase ao lado da Puerta del Sol e distingue-se por ser uma praça rectangular (129m x 94m), que se encontra rodeada em toda a sua extensão por edifícios de três andares, só sendo possível entrar e sair através dos nove pórticos existentes. De destacar que já aconteceram três incêndios nesta praça e que antes esta estava rodeada por edifícios de 5 andares.

Um dos 9 pórticos de entrada para a Plaza Mayor
Plaza Mayor (no verão havia muitas vezes concertos aqui, o que "estragava" as fotos)
Pórtico da Plaza Mayor
Rua à saída da praça, com muitos artistas a pintarem e a venderem quadros
Dois pórticos da Plaza Mayor
O pórtico pelo qual saímos e continuamos o roteiro.

Saímos por um dos pórticos e em menos de 100m já estávamos a avistar o bonito Mercado de San Miguel, onde entramos e aproveitamos para pedir um gelado. Depois seguimos sem rumo e passado 5 minutos estávamos novamente na Plaza de Oriente à frente do Palácio Real, onde tínhamos estado de manhã. Assim sendo, decidimos ir até ao Templo de Debod, que fica também ali ao pé. O Templo de Debod é um dos poucos testemunhos arquitetónicos egípcios completos existentes fora do Egipto e foi oferecido, em 1968, pelo Estado egípcio a Espanha como reconhecimento pela ajuda dada no salvamento dos templos de Abu Simbel.

Exterior do Mercado de San Miguel
Interior do Mercado de San Miguel
Vista para a Plaza de Oriente
Plaza de Oriente
Vista para o Templo de Debod
Templo de Debod
Templo de Debod
Templo de Debod

Depois retornamos ao hotel, jantamos e a noite estava reservada para conhecermos a famosa noite do bairro da Chueca. O bairro da Chueca é conhecido desde os anos 90 como o bairro gay da cidade e é aqui que nos finais de junho de cada ano se realizam as festas do orgulho gay da capital, que atraem mais de 1 milhão de visitantes. Decidimos beber um copo em alguns bares e depois ir até ao Pacha de Madrid. Chegamos ao hotel às 04h00.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Viagem a Madrid: Dia 1

Às 6h30 da manhã do dia 29 de julho de 2012 (sexta-feira), levantamos voo do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com destino ao aeroporto de Barajas em Madrid, pela companhia aérea low cost Ryanair. O total pago pelo bilhete de avião, ida e volta e por pessoa, foi de 39,98€. A viagem foi muito tranquila e demorou cerca de 1h15, ou seja, aterramos em Madrid às 8h45 locais, tal como estava previsto. O aeroporto de Barajas fica a cerca de 15 km do centro de Madrid e a maneira mais fácil, rápida e económica de se dirigir ao centro é apanhar o metro no próprio aeroporto e sair numa estação perto do seu hotel. Por este trajeto paga-se 2€ (1€ que é o preço de um bilhete normal de metro + 1€ de suplemento do aeroporto). No nosso caso, como ficamos no Hotel Best Western Arosa,de 4 estrelas, em plena Gran Vía, saímos na estação de metro Gran Vía, após duas rápidas trocas de linha na estação dos Nuevos Ministerios e Tribunal. Temos que confessar que após 1h15 no ar e principalmente depois de 20min de metro sempre de baixo da terra, sair na estação Gran Vía de baixo de um calor e sol radiante, rodeado pela beleza arquitetónica daquela artéria da cidade, foi uma excelente sensação, um grande cartão de visita e um bom presságio para o resto desta viagem.

Estação de Metro da Gran Via

Às 9h30, tratadas as burocracias habituais e com as malas já entregues no hotel (pelo qual pagamos 247,64€ por um quarto de casal por 5 dias / 4 noites, o que me pareceu uma excelente promoção dada a qualidade do hotel e principalmente a sua localização), atravessamos a rua para ir tomar o pequeno-almoço ao Starbucks. Após as energias recompostas, começamos a percorrer a bela Gran Vía em direção à Plaza de España e a partir de Callao percebemos que, de facto pelo número de teatros a apresentar musicais, o apelido de Broadway Madrileña não foi dado ao acaso.

Starbucks na Gran Via
Gran Via
Torre de Madrid
Edifício España
Monumento a Miguel Cervantes, no centro da Plaza de España

Vista a Plaza de España, que é um dos extremos da Gran Via, decidimos percorrer a totalidade da Gran Vía no sentido inverso até à Fuente de Cibeles e, depois, Puerta de Alcalá (cerca de 2,2 km). Pelo meio deste percurso ainda fomos fazer umas compras ao El Corte Inglés, em Callao, passamos no hotel para ver o quarto e deixar lá as compras feitas e aproveitamos também para almoçar no McDonalds que existe ao pé do hotel.

Gran Vía
Edifício Metrópolis
Palácio de Cibeles
Fuente de Cibeles
Vista da Puerta de Alcalá para a Fuente de Cibeles e Edifício Metrópolis
Puerta de Alcalá

Posto isto, seguimos caminho em direção ao Parque del Retiro, onde passamos a tarde. O Parque del Retiro é um belo parque urbano com 118 hectares, construído entre 1630 e 1640.

Monumento a Alfonso XII, no Parque del Retiro
Monumento a Alfonso XII
Monumento a Alfonso XII
Um esquilo a meio de uma refeição
Palácio de Cristal

Às 19h seguimos rumo até ao Triângulo de Ouro da Arte de Madrid, que inclui o Museo del Prado (preços), o Museo Reina Sofia (preços) e o Museo Thyssen-Bornemisza (preços). Tínhamos entrada gratuita no Museo del Prado (pelo facto de sermos estudantes) e no Reina Sofia (também pelo facto de sermos estudantes, se bem que a partir das 19h toda a gente já podia entrar de borla), mas optamos por este último em grande parte devido à Guernica de Pablo Picasso, que lá está exposta (mas que não pode ser fotografada).

Fachada da recente ampliação do Museo Reina Sofia
"Brushstroke", de Roy Lichtenstein
Conjunto de quadros que apreciamos

Permanecemos dentro do Museo Reina Sofia durante uma hora e depois disso dirigimos-nos, já muito cansados, para o hotel, de onde só saímos na manhã seguinte. Durante o trajeto ainda entramos num mini-mercado, onde compramos uns snacks que serviram basicamente de jantar.