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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Viagem a Madrid: Dia 3

Como o terceiro dia do nosso city break em Madrid coincidiu com um domingo impunha-se obrigatoriamente uma visita ao Mercado El Rastro de Madrid, que com as suas 3500 tendinhas é o maior flea market (mercado ao ar livre) de Espanha e um dos maiores da Europa. O El Rastro teve origem por volta do ano 1740 e tem lugar todos os domingos e feriados na Calle de la Ribera de Curtidores (e arredores) desde as 09h00 até às 15h00. Assim sendo, saímos por volta das 10h do hotel, apanhamos o metro na estação Gran Via e seguimos na linha verde até à estação Puerta de Toledo. Mal saímos da estação vimos a Puerta de Toledo, que era uma das portas de entrada na Madrid medieval. Depois passados uns metros já víamos as primeiras tendinhas e mares de gente a frequentar o El Rastro. Percorremos o mercado, almoçamos por lá, compramos alguns recuerdos e fizemos o caminho até à estação de metro Puerta de Toledo para irmos para o hotel, pois o calor já se fazia sentir bastante.

Puerta de Toledo
Mercado El Rastro
Da parte da tarde não tínhamos nenhuma visita planeada, ou seja, a tarde estava reservada para andarmos tranquilamente e sem compromisso pela ruas da cidade. Saímos do hotel às 17h00 e fomos tal como na tarde do segundo dia à Plaza Mayor e à Puerta del Sol e depois andamos também por umas ruas menos movimentadas e passado umas duas horas de termos saído do hotel estávamos de novo na Gran Vía, em frente ao imponente edifício da Telefónica.

Edifício Telefónica
Fomos novamente para o hotel e às 21h fomos jantar um kebab numa esplanada perto da Puerta del Sol. Decidimos então ver como ficava a Plaza Mayor e a Puerta del Sol à noite. A Plaza Mayor apresentava muito movimento derivado ainda pelos inúmeros restaurantes presentes naquela praça, enquanto que a Puerta del Sol estava cheia de pessoas-estátua. Com o passar dos dias em Madrid fomos verificando que independentemente da hora, esta é uma cidade que tem sempre gente a andar nas ruas.

Puerta del Sol, à noite
Movimento M15 na Puerta del Sol
Curiosamente, este dia foi o último em que se pode ver o acampamento dos indignados do movimento M15 na Puerta del Sol, já que na manhã do dia seguinte já não havia rasto de nada devido ao facto de a polícia os ter expulsado de lá.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Viagem a Madrid: Dia 2

No segundo dia da viagem a Madrid, saímos do hotel por volta das 10h30, tomamos o pequeno almoço no Starbucks de Callao e dirigimos-nos a pé até ao imponente Palácio Real de Madrid. O Palácio Real de Madrid é a residência oficial do rei de Espanha (apesar de este só o usar para ocasiões de gala) e a sua construção foi terminada em 1892. É um edifício do estilo barroco e com os seus 135.000 m² é o maior palácio da Europa Ocidental. Para entrar estivemos cerca de 15 minutos na fila debaixo de um sol e calor intensos e em vez de 10€ pagamos 5€ cada um, por sermos estudantes (preços). Foi dinheiro bem empregue, pois o palácio tem de facto belas salas e salões com muito requinte. Infelizmente, não era permitido tirar fotografias no seu interior. De salientar que nesta zona estivemos também nos Jardines de Sabatini e na Plaza de Oriente e que vimos, por fora, a Catedral de la Almudena (que em 2004 recebeu o casamento real do príncipe herdeiro Felipe com Letizia Ortiz). Ficamos nesta zona do palácio durante cerca de 2h e quando saímos estava na hora de almoçar.

Esquina Nordeste do Palácio Real de Madrid
Fachada Sul do Palácio Real de Madrid
Catedral de Almudena
Jardines de Sabatini

Depois do almoço, caminhamos no sentido da famosa Puerta del Sol. A Puerta del Sol é uma praça que tem vários pontos de interesse: é nela que se situa o quilometro zero da rede viária de Espanha; é lá que está a Real Casa de Correos, cujo relógio tem a "responsabilidade" de fazer o countdown no réveillon; e é nela que podemos ver a estátua Oso y el Madroño (O Urso e o Medronheiro), escudo e um dos símbolos da capital. Também tivemos a oportunidade de ver o bastante noticiado acampamento dos indignados do movimento 15M no centro desta praça ,movimento que agitou muito a cena política de Espanha em 2011. Como continuava a estar muito calor decidimos ir para o hotel fazer uma siesta.

Puerta del Sol
Puerta del Sol
Oso y el Madroño
A agradável Calle de Preciados é uma rua pedonal que liga a Puerta del Sol a Callao

Às 17h estávamos a chegar a outra praça famosa de Madrid: a Plaza Mayor. A Plaza Mayor fica quase ao lado da Puerta del Sol e distingue-se por ser uma praça rectangular (129m x 94m), que se encontra rodeada em toda a sua extensão por edifícios de três andares, só sendo possível entrar e sair através dos nove pórticos existentes. De destacar que já aconteceram três incêndios nesta praça e que antes esta estava rodeada por edifícios de 5 andares.

Um dos 9 pórticos de entrada para a Plaza Mayor
Plaza Mayor (no verão havia muitas vezes concertos aqui, o que "estragava" as fotos)
Pórtico da Plaza Mayor
Rua à saída da praça, com muitos artistas a pintarem e a venderem quadros
Dois pórticos da Plaza Mayor
O pórtico pelo qual saímos e continuamos o roteiro.

Saímos por um dos pórticos e em menos de 100m já estávamos a avistar o bonito Mercado de San Miguel, onde entramos e aproveitamos para pedir um gelado. Depois seguimos sem rumo e passado 5 minutos estávamos novamente na Plaza de Oriente à frente do Palácio Real, onde tínhamos estado de manhã. Assim sendo, decidimos ir até ao Templo de Debod, que fica também ali ao pé. O Templo de Debod é um dos poucos testemunhos arquitetónicos egípcios completos existentes fora do Egipto e foi oferecido, em 1968, pelo Estado egípcio a Espanha como reconhecimento pela ajuda dada no salvamento dos templos de Abu Simbel.

Exterior do Mercado de San Miguel
Interior do Mercado de San Miguel
Vista para a Plaza de Oriente
Plaza de Oriente
Vista para o Templo de Debod
Templo de Debod
Templo de Debod
Templo de Debod

Depois retornamos ao hotel, jantamos e a noite estava reservada para conhecermos a famosa noite do bairro da Chueca. O bairro da Chueca é conhecido desde os anos 90 como o bairro gay da cidade e é aqui que nos finais de junho de cada ano se realizam as festas do orgulho gay da capital, que atraem mais de 1 milhão de visitantes. Decidimos beber um copo em alguns bares e depois ir até ao Pacha de Madrid. Chegamos ao hotel às 04h00.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Viagem a Madrid: Dia 1

Às 6h30 da manhã do dia 29 de julho de 2012 (sexta-feira), levantamos voo do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, com destino ao aeroporto de Barajas em Madrid, pela companhia aérea low cost Ryanair. O total pago pelo bilhete de avião, ida e volta e por pessoa, foi de 39,98€. A viagem foi muito tranquila e demorou cerca de 1h15, ou seja, aterramos em Madrid às 8h45 locais, tal como estava previsto. O aeroporto de Barajas fica a cerca de 15 km do centro de Madrid e a maneira mais fácil, rápida e económica de se dirigir ao centro é apanhar o metro no próprio aeroporto e sair numa estação perto do seu hotel. Por este trajeto paga-se 2€ (1€ que é o preço de um bilhete normal de metro + 1€ de suplemento do aeroporto). No nosso caso, como ficamos no Hotel Best Western Arosa,de 4 estrelas, em plena Gran Vía, saímos na estação de metro Gran Vía, após duas rápidas trocas de linha na estação dos Nuevos Ministerios e Tribunal. Temos que confessar que após 1h15 no ar e principalmente depois de 20min de metro sempre de baixo da terra, sair na estação Gran Vía de baixo de um calor e sol radiante, rodeado pela beleza arquitetónica daquela artéria da cidade, foi uma excelente sensação, um grande cartão de visita e um bom presságio para o resto desta viagem.

Estação de Metro da Gran Via

Às 9h30, tratadas as burocracias habituais e com as malas já entregues no hotel (pelo qual pagamos 247,64€ por um quarto de casal por 5 dias / 4 noites, o que me pareceu uma excelente promoção dada a qualidade do hotel e principalmente a sua localização), atravessamos a rua para ir tomar o pequeno-almoço ao Starbucks. Após as energias recompostas, começamos a percorrer a bela Gran Vía em direção à Plaza de España e a partir de Callao percebemos que, de facto pelo número de teatros a apresentar musicais, o apelido de Broadway Madrileña não foi dado ao acaso.

Starbucks na Gran Via
Gran Via
Torre de Madrid
Edifício España
Monumento a Miguel Cervantes, no centro da Plaza de España

Vista a Plaza de España, que é um dos extremos da Gran Via, decidimos percorrer a totalidade da Gran Vía no sentido inverso até à Fuente de Cibeles e, depois, Puerta de Alcalá (cerca de 2,2 km). Pelo meio deste percurso ainda fomos fazer umas compras ao El Corte Inglés, em Callao, passamos no hotel para ver o quarto e deixar lá as compras feitas e aproveitamos também para almoçar no McDonalds que existe ao pé do hotel.

Gran Vía
Edifício Metrópolis
Palácio de Cibeles
Fuente de Cibeles
Vista da Puerta de Alcalá para a Fuente de Cibeles e Edifício Metrópolis
Puerta de Alcalá

Posto isto, seguimos caminho em direção ao Parque del Retiro, onde passamos a tarde. O Parque del Retiro é um belo parque urbano com 118 hectares, construído entre 1630 e 1640.

Monumento a Alfonso XII, no Parque del Retiro
Monumento a Alfonso XII
Monumento a Alfonso XII
Um esquilo a meio de uma refeição
Palácio de Cristal

Às 19h seguimos rumo até ao Triângulo de Ouro da Arte de Madrid, que inclui o Museo del Prado (preços), o Museo Reina Sofia (preços) e o Museo Thyssen-Bornemisza (preços). Tínhamos entrada gratuita no Museo del Prado (pelo facto de sermos estudantes) e no Reina Sofia (também pelo facto de sermos estudantes, se bem que a partir das 19h toda a gente já podia entrar de borla), mas optamos por este último em grande parte devido à Guernica de Pablo Picasso, que lá está exposta (mas que não pode ser fotografada).

Fachada da recente ampliação do Museo Reina Sofia
"Brushstroke", de Roy Lichtenstein
Conjunto de quadros que apreciamos

Permanecemos dentro do Museo Reina Sofia durante uma hora e depois disso dirigimos-nos, já muito cansados, para o hotel, de onde só saímos na manhã seguinte. Durante o trajeto ainda entramos num mini-mercado, onde compramos uns snacks que serviram basicamente de jantar.

domingo, 21 de outubro de 2012

Report da viagem de 5 dias a Madrid

Este report da nossa viagem a Madrid de 5 dias tem como principais objetivos dar-vos dicas, opiniões, possíveis itinerários, preços praticados e curiosidades sobre Madrid, de forma a que esta série de posts vos possa ser útil na preparação e execução da vossa viagem a Madrid.

Esta viagem de 5 dias a Madrid foi realizada de 29 de julho (sexta-feira) a 2 de agosto de 2011 (terça-feira), logo os preços dos transportes ou das atrações turísticas podem já ter sofrido algumas alterações. Ainda em relação aos preços dos principais pontos turísticos, temos a salientar o facto de que auferimos de alguns descontos pelo facto de sermos estudantes.

Para quem reside perto do Porto é muito prático ir de avião para Madrid, pois graças à companhia aérea low cost Ryanair os voos são muito económicos e apresentam excelentes horários, ou seja, dá para aproveitar na perfeição quer o dia de partida como também o dia de regresso da viagem.

Madrid é a capital e a maior cidade de Espanha, situando-se no centro do país e da Península Ibérica. Madrid possui uma população de cerca de 3,2 milhões de habitantes e ocupa uma área de 607 km².

Madrid encontra-se dividida em 21 distritos (que, por sua vez, se encontram divididos em bairros): Centro, Arganzuela, Retiro, Salamanca, Chamartín, Tetuán, Chamberí, Fuencarral-El Pardo, Moncloa-Aravaca, Latina, Carabanchel, Usera, Puente de Vallecas, Moratalaz, Ciudad Lineal, Hortaleza, Villaverde, Villa de Vallecas, Vicálvaro, San Blas e Barajas. No entanto, é na área presente no mapa seguinte que passamos a quase totalidade do tempo.


Para cada dia da viagem a Madrid fizemos um post separado, tipo diário, com o percurso efectuado, pontos turísticos visitados, fotografias dos locais, algumas curiosidades e peripécias vividas, no entanto fica já neste post um pequeno resumo do itinerário.

No dia 1 da viagem a Madrid visitamos:
  • Gran Vía
  • Plaza de España
  • Fuente de Cibeles
  • Puerta de Alcalá
  • Parque del Retiro
  • Atocha
  • Museo Reina Sofia
No dia 2 da viagem a Madrid visitamos:
  • Alguns locais mencionados anteriormente
  • Palácio Real (e também os Jardines de Sabatini e a Plaza de Oriente)
  • Catedral de La Almudena
  • Puerta del Sol
  • Plaza Mayor
  • Mercado de San Miguel
  • Templo de Debod (e Parque de la Montaña)
  • Bairro de Chueca (Pacha Madrid)
No dia 3 da viagem a Madrid visitamos:
  • Bastantes locais mencionados anteriormente
  • Puerta de Toledo
  • El Rastro
No dia 4 da viagem a Madrid visitamos:
  • Alguns locais mencionados anteriormente
  • Paseo de la Castellana (Estádio Santiago Bernabéu, Puerta de Europa e Cuatro Torres)
No dia 5 da viagem a Madrid visitamos:
  • Bastantes locais mencionados anteriormente
  • Plaza de Toros de Las Ventas

sábado, 10 de março de 2012

Rede de Metro de Barcelona

A rede de metro de Barcelona é uma das mais desenvolvidas da Europa e a segunda rede de metro mais desenvolvida de Espanha, atrás da rede de metro de Madrid. Atualmente, apresenta 11 linhas com uma extensão de 124 km e com um total de 165 estações. A nível de horários, de segunda a quinta-feira, domingos e feriados o metro trabalha das 5 da manhã à meia noite; às sextas o metro trabalha das 5 da manhã às 2 da manhã; aos sábados o metro não pára.

Mapa do Metro de Barcelona (Janeiro de 2012) com horários e preços
A rede de metro de Barcelona tem a particularidade de ser gerida por dois operadores diferentes: a TMB (Transports Metropolitans de Barcelona) e FGC (Ferrocarrils de la Generalitat de Catalunya), no entanto apresenta um sistema de bilhetes integrado criado pela ATM (Autoritat del Transport Metropolità) que inclui também os autocarros urbanos e interurbanos, os elétricos e os comboios.
Arte na Estação de Metro Plaça de Espanya
A rede de transportes públicos de Barcelona encontra-se dividida em zonas, no entanto o metro só existe na zona 1, estando as restantes zonas acessíveis de comboio ou autocarro, no entanto, numa típica viagem turística que consiste na visita às principais atrações turísticas de Barcelona, só precisa de andar pela zona 1 (que já é uma zona enorme, com um raio de 15km). O preço de uma viagem de metro é de 2€, no entanto existem diversos passes de viagem, ou travel cards, que podem ficar mais em conta se estiver a ponderar usar várias vezes estes transportes.

O passe de viagem que os turistas geralmente acabam por comprar é o T-10, que atualmente custa 9,25€ para a zona 1. Este passe é multipessoal e permite fazer um total de dez viagens nos vários transportes públicos da cidade (metro, autocarro e comboio). Este passe é ideal para viagens de curta duração, como foi o caso da nossa viagem de 4 dias a Barcelona.
Já quando a viagem tem a duração de apenas 1 dia o passe de viagem ideal é o T-Dia, que apresenta um custo de 6,95€ e permite andar em todos os transportes públicos de Barcelona durante um determinado dia.

Uma informação que nem sempre é divulgada é que estes passes de viagem, ou travel cards, podem ser usados na viagem do aeroporto até ao centro de Barcelona e vice-versa, ou seja, se possuir um destes travel cards não terá que pagar mais nada para fazer esse trajeto.

domingo, 4 de março de 2012

Do Aeroporto El Prat para Barcelona: De Aerobus ou Comboio?

O aeroporto mais próximo de Barcelona e que, por esse motivo, mais turistas trás à cidade condal é o Aeroporto El Prat, que se situa a sudoeste da cidade e que fica a cerca de 15 km de distância da Plaça da Catalunya, o centro de Barcelona. Para nos deslocarmos do aeroporto para o centro da cidade existem várias opções, sendo as mais utilizadas por turistas as duas seguintes opções:

1. Aerobus
O Aerobus é um autocarro que percorre o caminho entre os dois terminais do aeroporto El Prat e a Plaça da Catalunya, fazendo paragens na Plaça de Espanya, na Gran Vía de Les Corts Catalanes c/ Urgell e na Plaça Universitat. Já no sentido inverso, o Aerobus inicia o trajeto a partir da Plaça da Catalunya, em frente ao El Corte Inglés, em direção ao aeroporto, fazendo paragens na Carrer Sepúlveda c/ Urgell e na Plaça de Espanya.

Paragem do Aerobus na Plaça de Catalunya
O Aerobus opera todos os dias do ano, geralmente a partir das 5h30 até à 1h. O trajeto tem a duração de cerca de 35 minutos apresenta frequência de autocarros de 5 a 10 minutos. Poderá comprar o seu bilhete ao staff nas paragens do Aerobus, nas máquinas automáticas ou diretamente ao motorista, sendo impossível a compra antecipada pela internet. Um bilhete de ida tem o preço de 5,30€ e um bilhete de ida e volta custa 9,15€, mas tenha em atenção que o bilhete de ida e volta só é válido durante 9 dias após a compra. Para as crianças até 4 anos o Aerobus é gratuito.

2. Comboio  + Metro
A opção de utilizar o comboio e depois o metro foi a que utilizei na minha viagem a Barcelona. Uma longa passagem aérea liga o aeroporto à estação de comboio do aeroporto e daí até à estação Sants Estació são cerca de 20 minutos. Na Sants Estació apanhe o metro e depois poderá sair na estação que entender. O comboio tem frequência de 30 minutos e o primeiro comboio de cada dia sai às 5h39 do aeroporto. Por sua vez, o último comboio a sair do aeroporto sai às 23:39.

Se pensa em adquirir o T-10, que é um passe de 10 viagens de comboio/autocarro/metro, fique a saber que poderá usá-lo neste trajeto de comboio + metro. Este passe tem o custo de 9,25€ que é um preço idêntico ao bilhete de ida e volta do Aerobus, mas que lhe permite ainda andar várias vezes de transportes públicos pela cidade de Barcelona.

Na minha opinião, a opção do comboio + metro é a melhor maneira de se deslocar do aeroporto El Prat para o centro da cidade de Barcelona, pois fica muito mais económico em relação ao Aerobus e o tempo do percurso é muito semelhante. O único inconveniente desta opção é que poderá na pior das hipóteses esperar 30 minutos pelo comboio. Na minha viagem a Barcelona tive a sorte de, no trajeto aeroporto El Prat - Sants Estació, apanhar o comboio acabado de chegar, no entanto no trajeto Sants Estació - aeroporto El Prat, tive a infelicidade de perder o comboio por 3 minutos.